quinta-feira, 31 de julho de 2008
O purgante fez efeito!
Pois é, depois de uma tremenda espera que deixou muita gente ansiosa, provocou efeitos catastróficos na economia mundial, arrombou a camada de ozônio e quase fez minha analista enlouquecer, estréia a Ideiarréia. Finalmente tomei vergonha na cara para diminuir um pouco a minha leitura de outros. Então, aqui será a descarga para onde irá tudo que eu penso (ou acho que penso). Sem classificações. Bem, pelo menos as tentarei evitar.
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2 comentários:
Parabéns pelo belo veículo!
Quanto às classificações, às vezes, são úteis para se entender certos conceitos e, posteriormente, abandoná-los.
Pelo menos comigo é assim, posso conceituar, classificar, catalogar e, em seguida, decidir que tudo aquilo é inútil. Mas, primeiro, precisei da mente analisadora, preconceituosa.
Ainda sobre o perigo de classificações, o que dá um bom debate: Um gênio pode estar ao seu lado e você nem se dá conta. Anônimo, vestindo jeans, camiseta e boné, um violinista desceu numa estação de metrô de Washington e começou a tocar. Durante 45 minutos ele foi praticamente ignorado. O violinista era Joshua Bell, considerado um dos maiores do mundo, e o instrumento era um Stradivarius de 1713 - estimado em mais de USD 3 milhões. Foi em janeiro de 2007. A iniciativa, promovida pelo Washington Post, tinha a intenção de iniciar um debate sobre valor, contexto e arte. Alguns dias antes da exibição no metrô, Bell tinha se apresentado no Symphony Hall, em Boston, onde a platéia chegou a pagar até USD 1 mil para assisti-lo. "Bell era uma obra de arte sem moldura ", diz o Post sobre a performance no metrô.
(Dica do www.bluebus.com.br)
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